Terça-feira, 8 de Dezembro de 2009

Nos posts anteriores sobre conversão ao Budismo, ficou por endereçar uma questão fundamental: qual é o processo de conversão?

 

A "conversão" é um acto individual, no sentido lato, uma pessoa recita as tomada de refúgio nas Três Jóias, ou seja uma pessoa põe as mãos, faz uma vénia e recita:

  • Refugio-me no Buda
  • Refugio-me no Darma
  • Refugio-me na Sanga

Faz-se novamente uma vénia e o processo está concluído.

 

No sentido estrito, pode-se requerer uma pequena cerimónia de um monge ou sacerdote. A nossa Ordem dá refúgio a todos que o peçam, contacte-nos se estiver interessado em se refugiar e em explorar o Budismo formalmente.



publicado por Zen Portugal às 17:21 | link do post

De João Azevedo a 6 de Setembro de 2012 às 19:18
Boa tarde.
Estou maravilhado com este Blog, dá-me vontade de ler e voltar a ler várias vezes ao dia devido à sua simplicidade,simplicidade essa que apesar dos vário temas que são abordados mesmo assim poderá defenir (a meu ver ) o Budismo. Ou seja para mim o Budismo é confusamente simples. Bom o meu comentário prende-se com este Post, assim deixo a seguinte questão: Se eu neste exacto momento recitar tomada de refúgio nas Três Jóias fico automáticamente practicante do Budismo? Poderei dizer logo a seguir que renunciei à minha actual Religião (da qual não sou practicante)? Cumprimentos.


De Zen Portugal a 15 de Novembro de 2012 às 02:14
Caro João, antes demais tenho que pedir desculpa por não ter cuidado do blog com o afinco que prometi mas desta é que vai.
Ora a resposta à sua pergunta é... sim e não! Sim porque é isso que o leva a tomar o caminho do Darma e o seu empenho em seguir os ensinamentos do Buda, por outro lado não porque o Budismo não é bem uma religião no sentido Ocidental de religião; não há um Deus ou deuses, não há necessidade de uma liturgia (pelo menos no Chan/Zen) e não se faz um apelo à fé.
Por outro lado, não quer dizer com isto que a quebra com a sua religião prévia seja abrupta: pode ainda questionar a sua decisão, pode escolher ter uma transição mais "suave" para o Budismo.
O que é importante é que tenha convicção na mudança e que se aperceba de que a mudança é para melhor.


De João Azevedo a 15 de Novembro de 2012 às 08:01
Obrigado pela resposta, sem dúvida que foi exclarecedora.


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